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Com a participação do Diretor do RI, Seminário reforça o potencial da Juventude

Realizado em 26 de setembro, o Seminário da Juventude contou com a presença de autoridades rotárias, graças à flexibilidade que os eventos on-line trouxeram. Aliás, o Diretor do Rotary International, Mário César Camargo, está constantemente prestigiando com seu conhecimento muitos treinamentos. Nada substitui o contato presencial, onde temos os abraços afetuosos e enriquecedoras trocas de experiências entre as palestras. Porém, o Seminário 2020-21 não deveu em nada para os anteriores, demonstrando o comprometimento da equipe liderada pelo governador 2004-05, João Marin Mechia e pela rotariana Ivonete Helena Marim, Coordenadora do RYLA. “Sou rotariano desde 1980, não fui rotaractiano porque meu clube não tinha esse incentivo de fundar um Rotaract, porém sou ex-intercambista, o que me fez ficar no Rotary. O meu clube poderia ter perdido essa oportunidade, de ter um Diretor de Rotary. Os Distritos precisam ter os jovens em seus comitês, colocar a juventude no mesmo barco que o Rotary ou perderão grandes talentos rotários”, afirma Mário César. O Distrito 4630 possui 28 clubes de Interact e 457 interactianos, de acordo com a Representante Distrital de Interact (RDI) Andressa Gasparotto. Já no Rotaract são 242 jovens distribuídos em 22 clubes e 19 rotaractianos com dupla filiação, segundo o Representante Distrital de Rotaract (RDR), Alan Cabalhero. O Rotakids, embora não seja um programa oficial do Rotary International, é amplamente incentivado no Distrito 4630, que tem como chair a rotariana Stella Nápolis. Amaury Couto, chairman do Programa de Intercâmbio, trouxe um dado interessante: apenas 30% dos intercambistas são de famílias de rotarianos. “Esta é uma evidência de que se criarmos oportunidades através dos vínculos com os intercambistas, certamente eles permanecerão no Rotary”. Cléber Hilgert explicou como a Comissão de Serviços à Juventude lida com os casos de assédio, abusos, intrigas, bullying e comportamentos inadequados nas redes sociais, demonstrando a preocupação com a formação do caráter dos jovens. Leonardo Ames, presidente da Mdio Interact Brasil e Lucas de Assis, presidente da Mdio Rotaract Brasil, explicaram sobre a função destas Organizações Multdistritais de Informação. Governador 2019-20 do Distrito 4780, André Vilaverde emocionou a todos com sua trajetória de interactiano a governador. “O Interact e Rotaract pautaram a minha vida, minha mãe era professora e eu e minhas irmãs tínhamos que ajudar no sustento”. No Interact conheceu Cássia, namoraram, casaram-se e após várias tentativas, tiveram a filha Vitória. Quando já era o presidente mais novo do seu clube, o Rotary Club de Bagé-Campanha, Cássia foi diagnosticada com câncer, faleceu aos 37 anos, deixando André viúvo, com a filha de 4 anos. “O Rotary nunca me deixou sozinho, nesse recomeço de vida o companheirismo foi fundamental”. Ele conheceu, anos depois, a atual esposa Andreia e vivem hoje com a filha Vitória e as enteadas Isabela e Gabriela.   RDR 2019-20 do Distrito 4700, Ricardo Quevedo palestrou sobre a relação entre Interact, Rotaract e Rotary. “Cada um deve se inspirar no outro, atingir o nível de maturidade para compreender que todos os programas precisam um do outro”. Eliana Melo, governadora 2019-20 do Distrito 4770, trouxe como conteúdo a Comunicação Não Violenta, de Marshall Rosenberg. “Importante nos conscientizarmos do poder da fala, as pessoas associam a agressão como uma dor física, quando na verdade ela pode se manifestar de forma psíquica e emocional. É preciso ter sensibilidade e empatia para observar os sentimentos do outro, suas necessidades”. Mediado por Lara Freitas, do Comitê Executivo de Rotarianos da Mdio Interact Brasil, o Painel com o governador Joel Chaves, o governador eleito Wilson de Godoy e o governador indicado Eloi Bonkoski, encerrou o Seminário. O atual e os próximos governadores enfatizaram que “os jovens são grandes fatores para clubes mais eficazes e mais atraentes para as comunidades. Os talentos dos jovens não podem ser desperdiçados”.  Larissa Nakao - Comunicação

24 de outubro: DIA MUNDIAL DE COMBATE À PÓLIO

Para aumentar a conscientização e arrecadar os fundos necessários para combater a poliomielite, o ROTARY vem realizando constantemente iniciativas de arrecadação e divulgação da campanha. O Rotary International é uma organização de voluntários que faz parte da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio – uma parceria público-privada que também conta com a colaboração da Organização Mundial da Saúde, o Centro Norte-Americano de Controle e Prevenção de Doenças, o Unicef e a Fundação Bill e Melinda Gates. Estas atividades acontecem em um momento importante na luta contra a pólio, que seria a segunda doença humana erradicada. O número de casos jamais foi tão baixo, e apenas três países (Nigéria, Afeganistão e Paquistão) não conseguiram cessar a transmissão do vírus da pólio. No entanto, o atual déficit de fundos vem reduzindo as campanhas de vacinação em países em risco, fazendo com que as crianças fiquem mais vulneráveis à doença. Se o vírus não for erradicado agora, a poliomielite pode voltar e afetar um número estimado de 200.000 crianças por ano. O Rotary, uma organização humanitária com cerca de 34.000 clubes em mais de 200 países e áreas geográficas, fez da erradicação da poliomielite sua prioridade em 1985. Desde então, o Rotary contribuiu US$1,2 bilhão à causa, e seus associados dedicaram inúmeras horas de trabalho voluntário para imunizar mais de dois bilhões de crianças em 122 países. Um progresso notável foi alcançado na luta contra a pólio. O número de casos da doença passou de 350.000 por ano, em 1988, para menos de 700 em 2011. As Américas foram declaradas livres da doença em 1994, a região do Pacífico Ocidental, em 2000 e a Europa, em 2002. A pólio, uma doença altamente contagiosa, afeta crianças, sobretudo menores de cinco anos, em partes da África e no sul da Ásia. Não há cura para a doença, que pode causar paralisia e até a morte. No entanto, por apenas 60 centavos de dólar uma criança pode ser vacinada e ficar protegida por toda sua vida.   Histórico do combate à pólio e de nossa participação nesta campanha: 1894 - O estado de Vermont, nos EUA, documenta o primeiro surto de grande porte, com 132 casos de paralisia permanente e 18 mortes.1905 - O médico sueco Ivar Wickman revela que a pólio é contagiosa e transmitida de uma pessoa para outra, e que ela pode estar presente mesmo em quem não apresenta sintomas.1908 - Dois médicos de Viena, Karl Landsteiner e Erwin Popper, anunciam que a pólio é causada por vírus.1916 - Um surto em Nova York mata 2.000 pessoas. No total, 6.000 morrem por causa da pólio no país e milhares ficam paralíticas.1929 - Philip Drinker e Louis Agassiz Shaw Jr. inventam o pulmão de aço, um respirador artificial para pacientes da pólio.1955 - A vacina criada pelo Dr. Jonas Salk é declarada como sendo “segura e eficaz”.1960 - O governo americano licencia a vacina oral antipólio criada pelo Dr. Albert Sabin.1979 - Rotary Clubs decidem comprar e distribuir a vacina antipólio a mais de seis milhões de crianças nas Filipinas.1985 - O Rotary International lança o Pólio Plus, o primeiro e maior esforço coordenado do setor privado em apoio à saúde pública, com o objetivo de arrecadar US$120 milhões.1988 - Com 350.000 casos anuais da doença ocorrendo em 125 países, o Rotary International e a Organização Mundial da Saúde lançam a Iniciativa Global de Erradicação da Pólio.1994 - A Comissão Internacional para a Certificação da Poliomielite anuncia que a pólio foi eliminada das Américas.1995 - Agentes da saúde e voluntários imunizam 165 milhões de crianças na China e na Índia em uma única semana. O Rotary lança o programa Parceiros Pólio Plus, capacitando os rotarianos em países livres da pólio a dar suporte a rotarianos de países afetados pela paralisia infantil.2000 - Um recorde de 550 milhões de crianças – quase 1/10 da população mundial – recebem a vacina oral contra a pólio. O Pacífico Ocidental, que abrange da Austrália à China, é declarado livre da paralisia infantil.2003 - A Fundação Rotária arrecada US$119 milhões em um ano. O total contribuído pelo Rotary ultrapassa US$500 milhões. A paralisia infantil continua endêmica em seis países: Afeganistão, Egito, Índia, Níger, Nigéria e Paquistão.2004 - Durante a maior campanha de vacinação sincronizada até então no continente africano, 80 milhões de crianças são vacinadas em 23 países.2006 - O número de países onde a pólio é endêmica cai para quatro: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão.2009 - A contribuição atinge US$800 milhões. Em janeiro, a Fundação Bill e Melinda Gates promete US$355 milhões e desafia o Rotary a arrecadar US$200 milhões. Resultou na arrecadação total de US$555 milhões à Iniciativa Global de Erradicação da Pólio.2011 - O Rotary abre suas portas para celebridades e personalidades públicas servirem como embaixadores da sua campanha de conscientização sobre a pólio, chamada "Falta Só Isto". As contribuições do Rotary ao fim da pólio ultrapassam US$1 bilhão.2012 - Por ficar mais de um ano sem registrar um caso de pólio, a Índia é retirada da lista de países endêmicos. O vírus resiste agora em três países. O Rotary ultrapassa sua meta de arrecadação de US$200 milhões cinco meses antes do prazo.2014 - A Índia passa três anos sem nenhum caso de pólio provocado pelo vírus selvagem. Com isso, a Organização Mundial da Saúde certifica o Sudeste Asiático como livre da pólio. Os casos de paralisia infantil computam redução de mais de 99% desde 1988.2015-2019 - O Distrito 4630 organiza com todos os clubes o evento no mesmo dia próximo ao dia mundial de combate a Pólio.

Rotary: treinamento apoia trabalho de educadores sociais

Como mudar a vida de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade se não há um relacionamento adequado entre os educadores e as pessoas que eles querem ajudar?  Foi com esse problema em mente que membros do Rotary de São Paulo e da Alemanha se uniram para criar um treinamento de capacitação para educadores sociais na maior cidade do Brasil. O projeto teve início em 2017, em uma parceria entre membros do Rotary Club de São Paulo e do Rotary Club Kempen-Krefeld, da Alemanha. Ao adotar quatro crianças brasileiras, Jünger Schmitz, membro do clube alemão, se deparou com um cenário de pouco preparo emocional dos profissionais que lidavam com crianças e adolescentes vulneráveis na capital paulista. Ele buscou o apoio do Rotary Club de São Paulo e, juntos, os clubes desenvolveram um projeto para realizar um treinamento inovador, focado em melhorar a comunicação e o relacionamento entre educadores e jovens. “Decidimos fazer o treinamento em cinco seminários, com um tópico diferente para cada seminário”, conta Márcio Arroyo, membro do Rotary Club de São Paulo, responsável por liderar o projeto. “O clube definiu as instituições [participantes] e como iríamos fazer o projeto”, explica. Já para montar o programa do que seria ensinado aos educadores, eles buscaram ajuda especializada. O programa do treinamento foi desenvolvido por Ronaldo Campos, diretor da Comunidade Terapêutica Filhos da Luz, especializada no atendimento de dependentes químicos. Trabalhando com educadores sociais, Campos via que, muitas vezes, os profissionais não tinham o equilíbrio emocional necessário para lidar com os jovens em situação de vulnerabilidade, porque estes próprios profissionais enfrentavam problemas emocionais em suas famílias. “A maior parte dos problemas relacionados à violência começa nos padrões de comunicação interna das famílias. O maior potencial de mudança social se dá quando não há culpa ou julgamento. A causa da violência no mundo começa quando emitimos julgamento do comportamento do outro.”, aponta Campos. Desse modo, o treinamento foi montado com base em dois importantes pilares: a comunicação não-violenta (CNV) e o desenvolvimento de propósitos de vida. “O objetivo do treinamento é a expansão da consciência. As pessoas precisam encontrar significado na vida e no trabalho”, explica. Na CNV, não se usa palavras que julguem ou dominem a outra pessoa, como o verbo “mandar”, por exemplo. Fazer com que os educadores encontrassem seu próprio propósito de vida era fundamental para que eles pudessem ajudar os jovens a encontrar novos caminhos fora da dependência química. “A dependência química é a doença do egoísmo. Eles só pensam em si, não pensam na família, na sociedade. A pessoa não tem um propósito a seguir e, aí, qualquer caminho serve”, diz Campos. O primeiro treinamento aconteceu na Comunidade Terapêutica Filhos da Luz no primeiro semestre de 2019. A turma teve a participação de 40 profissionais, alguns da comunidade e outros de instituições que foram convidadas a participar do curso. “A ideia é fazemos em quatro pontos diferentes de São Paulo para atingirmos as entidades locais”, conta Arroyo. A segunda turma aconteceu no segundo semestre do ano passado, no Centro Assistencial Cruz de Malta, com 43 participantes, e a terceira turma teve início em março deste ano na Associação Evangelista Beneficente, com 42 educadores sociais. No total, aponta Arroyo, o projeto inclui a capacitação de 300 profissionais em oito treinamentos em diferentes instituições de São Paulo. O impacto dos treinamentos é algo sentido tanto pelos educadores quanto pelos jovens assistidos. “Durante o curso, eu ia acompanhando a avaliação dos participantes e a satisfação foi muito grande. A ideia também é que eles repassem os ensinamentos do curso a seus colegas”, afirma Arroyo. Sobre os jovens, Campos conta que “eles entendem que só se recuperam quando ajudam os outros”. “Do que os residentes têm mais se beneficiado é de ter encontrado um propósito de vida”, afirma. No total, o Rotary investiu US$ 45.700 neste projeto, incluindo a compra de mais de 900 livros, além de equipamentos e suprimentos para a realização dos cursos.

Setembro: Mês da Educação Básica e Alfabetização - Ações voltadas para a Leitura fazem sucesso entre as crianças de escolas de Mandaguari e Iguaraçu

No Rotary, este mês focamos nossas atenções à Educação Básica e Alfabetização. Desde o surgimento da crise sanitária provocada pela Covid-19, estudos sobre a Educação e o impacto da pandemia do coronavírus começaram a surgir. Antes deste novo cenário, que a sociedade em todas as partes do mundo têm enfrentado, projetos rotários ligados à educação aconteciam com sucesso nas escolas públicas dos municípios de Mandaguari e Iguaraçu. A Biblioteca Itinerante “Cantinho da Leitura” percorreu os CMEIs (Centro Municipal de Educação Infantil) e Escolas Municipais de Mandaguari. Segundo o presidente 2019-20 Murilo Meleiro, foram feitas almofada e tapetes para que as crianças conseguissem, fora da sala de aula, ler um livro. Esses momentos aconteciam no intervalo, na entrada ou na saída das aulas. A biblioteca ficava na escola por uma semana, completando o rodízio por todas as escolas da cidade. A ideia se materializou a partir de uma conversa com uma professora, que disse que desejava que os alunos tivessem outro acesso aos livros, além da biblioteca da escola. Com as escolas fechadas devido à pandemia e as aulas acontecendo no sistema remoto, o clube criou, agora, o projeto de “Contação de Histórias” em parceria com o Elos Clube de Mandaguari. A professora Aldenora Barros, contadora de histórias, é membro do Elos Clube. “Este projeto se estenderá ao longo do ano e cada mês será voltado para uma área. Em agosto foi sobre cultura, pois era o mês do folclore. Foi transmitida virtualmente umas das peças do nosso outro projeto, o “Teatro para Todos”, do companheiro Márcio Cledson. Neste mês será voltado ao Setembro Amarelo, com a companheira Marcela Meleiro que é psicóloga e fará um bate papo em nossa página”, explica o presidente do Rotary Club de Mandaguari Família, Ronaldo Corrêa Santana. Já em Iguaraçu, de acordo com o presidente 2019-20, Valdemar Canavezi, “um rotariano teve a ideia de personalizar uma geladeira antiga, com os dizeres do Rotary. Ele a transformou em uma pequena biblioteca. Durante o nosso ano rotário, fizemos contato com as escolas e após convidarmos as diretoras para nossa reunião, colocamos a geladeira à disposição das escolas”. Infelizmente, com a pandemia, não foi possível a Geladeira do Conhecimento passar por todos os colégios. Assim que as aulas presenciais forem retomadas, o Rotary Club de Iguaraçu dará continuidade ao projeto. Os livros são variados, desde historinhas infantis até de pesquisas a nível de Ensino Médio, resultados de doações de companheiros rotarianos, pessoas da comunidade e até de algumas escritoras.  Larissa Nakao - Comunicação 

Máscaras de tecido são entregues para a comunidade

    No dia 04 de agosto, o governador Joel Chaves fez a entrega oficial aos Rotary Clubs do Distrito 4630, das máscaras faciais de tecido obtidas pela Universidade Federal do Paraná – campus avançado de Jandaia do Sul, no ato representada pelo professor e rotariano do Rotary Club de Jandaia do Sul, Simão Nicolau Stelmastchuk.  O vice-prefeito de Maringá, o rotariano Edson Scabora, também esteve presente, assim como o Coordenador Assistente da Fundação Rotária, Renato Tavares. As 105.400 máscaras foram doadas pela Fundação Itaú por meio da Funpar - Fundação da Universidade Federal do Paraná para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e da Cultura. Parcerias como estas se concretizaram pelos relacionamentos entre as instituições. O presidente do Rotary Club de Jandaia do Sul, Eduardo Meurer, por exemplo, é professor no campus da UFPR em Jandaia e uma parceria foi levando a outra. O Distrito 4640 recebeu 20.800 máscaras.   Larissa Nakao Comunicação - Distrito 4630 do Rotary International

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